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Momentos...

Agora é hora de ser mamãe de novo...

Comentários

  1. Mamãe do nosso filho. Pedacinho de nós dois que vai nos unir ainda mais. Te amo!!

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25 passos...

Tantos dias, tantos nós a se fazer. Não lá no leito, nem no estreito-longo jeito de a gente ser e se ter, mas no meu peito, que com a sua ausência física faz esmiuçar a maior luz que eu já vi brilhar, que já FIZ brilhar... Mas te acalmes, não preocupes em vão essa cabecinha que eu tanto amo... Nem tudo o que é friável, tem como fim a inexistência, o esquecimento... Os caminhos se tornam apertados sem ti, a escuridão é cada dia maior sem teus olhos me guiando sim, mas o sentimento... Ah, o sentimento.... Aquele que só tu e eu fomos capazes de sentir! Esse jamais há de findar, porque meu corpo é teu e nossas almas uma só, lembra? "[...] Talvez esse seja a maior prova e mistério do amor,  compreender que não há separação dos verdadeiros amantes,  independentemente das condições físicas,  de tempo ou distâncias, de vida ou morte.[..]" McGowan, Kathleen (2010, p.43)

Fio meu do teu corpo

Seria como vir a chorar, tapar os olhos pra não ver o sol nascer... Teria que acalmar em mim tanta dor, pra não ter que te dizer o que não devo dizer. Não é confusão! Não é estar confusa, é temer a certeza e o doce prazer de uma decisão que me leva a crer que isso é o que quero fazer, mesmo morrendo aos soluços de um choro calado que me põe a embalar até que eu consiga dormir. Por que "tancices" me vem à cabeça? Por que eu não vejo só o que deveria ver? Por que quero estar certa de que a certeza que tenho, é a única que deveria ter? Apesar da confusão aos seus olhos, em minha mente é tudo claro e certo, mas não vou te falar como vejo, como sinto, como desejo e preciso... Pode parecer infantilidade e falta de segurança da minha parte, pré-julgar tudo dessa maneira, me dói e corrói a alma ter duvida do que deveria ser inteira. Não penses mal de mim, nem me tome por carrasca ou carcereira, mas amor assim nunca tive (as vezes penso duas vezes se deveria ter), que me corta os laço...

Amor de "R" a "O"...

"Jogo pro alto os meus próprios desapegos Me apego a ti sem mais me preocupar" (Raul Viana Novasco, Mê. 2010) Duas mãos que se tocam, um brilho nos olhos, sorriso nos lábio, amor... De onde vem o amor? Quando dois corpos se tocam, uma magia escorre entre os dedos, afagando o rosto do outro, e um calor ali se faz presente. Amor, tão grande amor que nem o menor dos mortais é capaz de suportar, nem o mais puro dos homem haveria de rejeitar e que (garanto) poucos sabem aproveitar. Nem mais raro, nem maior existe se não o que se sente, quando faz o dos outros minguar tanto e só o nosso imperar. Desejo, paixão, ardor, um frio que chega da alma ao corpo e entra pelos olhos e por eles mesmo sai. Uma vida que se encharca num instante de pura intensidade e se esvai e se enche da outra, uma outra vida colada e tão densamente unida a primeira, que parecem uma só. Amor esse, o mesmo que há pouco descubro. Não que não houvesse amado antes, pois amei ao ser amada por meus pais, amei quand...