Tantos dias, tantos nós a se fazer. Não lá no leito, nem no estreito-longo jeito de a gente ser e se ter, mas no meu peito, que com a sua ausência física faz esmiuçar a maior luz que eu já vi brilhar, que já FIZ brilhar...
Mas te acalmes, não preocupes em vão essa cabecinha que eu tanto amo... Nem tudo o que é friável, tem como fim a inexistência, o esquecimento...
Os caminhos se tornam apertados sem ti, a escuridão é cada dia maior sem teus olhos me guiando sim, mas o sentimento... Ah, o sentimento.... Aquele que só tu e eu fomos capazes de sentir! Esse jamais há de findar, porque meu corpo é teu e nossas almas uma só, lembra?
Mas te acalmes, não preocupes em vão essa cabecinha que eu tanto amo... Nem tudo o que é friável, tem como fim a inexistência, o esquecimento...
Os caminhos se tornam apertados sem ti, a escuridão é cada dia maior sem teus olhos me guiando sim, mas o sentimento... Ah, o sentimento.... Aquele que só tu e eu fomos capazes de sentir! Esse jamais há de findar, porque meu corpo é teu e nossas almas uma só, lembra?
"[...] Talvez esse seja a maior prova e mistério do amor,
compreender que não há separação dos verdadeiros amantes,
independentemente das condições físicas,
de tempo ou distâncias, de vida ou morte.[..]"
McGowan, Kathleen (2010, p.43)
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