Tantos dias, tantos nós a se fazer. Não lá no leito, nem no estreito-longo jeito de a gente ser e se ter, mas no meu peito, que com a sua ausência física faz esmiuçar a maior luz que eu já vi brilhar, que já FIZ brilhar... Mas te acalmes, não preocupes em vão essa cabecinha que eu tanto amo... Nem tudo o que é friável, tem como fim a inexistência, o esquecimento... Os caminhos se tornam apertados sem ti, a escuridão é cada dia maior sem teus olhos me guiando sim, mas o sentimento... Ah, o sentimento.... Aquele que só tu e eu fomos capazes de sentir! Esse jamais há de findar, porque meu corpo é teu e nossas almas uma só, lembra? "[...] Talvez esse seja a maior prova e mistério do amor, compreender que não há separação dos verdadeiros amantes, independentemente das condições físicas, de tempo ou distâncias, de vida ou morte.[..]" McGowan, Kathleen (2010, p.43)
Olhares a se trocar; palpitares de um sonido cardíaco quase que mudo, embora vibrante; sensações opostas; emoções sem fim... Nem tudo está certo e nem tudo é em mim!