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Mostrando postagens de maio, 2013

Infinitamente aqui

A infinitude do meu eu canta e sussurra ao pé da noite, como que pedindo pra tu não te ir de mim assim... Ah, me doem essas idas. Mas a cada volta eu me arrefeço de te amar ainda mais. Meu âmago chora de alegria ao te sentir chegando, meu peito acelera, meus sentidos se aguçam e aquele friozinho no estômago, sabe? Bem aquele do inicio mesmo... Sempre torna a aparecer! É doce te amar, mas melhor é te ter... (Lembra?)