Queria poder fazer algo notável,
pra que todos gostassem e vc se orgulhasse.
Queria poder te dar o mundo inteiro,
poder tirar td de ruim em mim
e colocar mais coisas boas no lugar pra te ofertar.
Queria ser menos eu
um pouco mais
do sonho q eu tenho pra mim,
ser menos cega
pro mundo da realidade
e mais real
para aquilo que pra mim nem é surreal.
Queria poder ter os dias pra contar,
sendo que me perco neles
depois de ver o teu olhar
e que ele para de passar,
estagna,
some
quando você não está.
Mesmo longe te olho a alma
e me toco,
me perco,
me vejo em você,
me vejo como eu nunca me vi em outro olhar
que bate no coração pulsante da alma de alguém.
Mas sou eu aqui
e você aí...
Eu a falar asneiras
e ansiar prazeres,
você a me consolar,
a me cuidar,
mimar...
Então tudo fica branco
e eu penso
que se um dia te perder me enforco,
mas me afogo no teu mar de prazer primeiro.
Porque morrer sem amar eu não vou,
já que te tenho ao meu lado!
Dedos inquietos.
Os meus no teclado, os teus no teu rosto!
Minha mente se esvai,
a calma me vem
e a unica coisa em que penso
é em te perguntar:
"¬Porque não larga tudo e não vem?"
A vida é difícil,
Eu sou uma louca qualquer,
mas de que vale a loucura
se isso todos tem??
Te chateando, fazendo isso ler
e eu aqui te contemplando de rabo de olho!
Um sorriso,
um olhar...
Minha alma é tua,
toma...
Você me tem!!!
Tantos dias, tantos nós a se fazer. Não lá no leito, nem no estreito-longo jeito de a gente ser e se ter, mas no meu peito, que com a sua ausência física faz esmiuçar a maior luz que eu já vi brilhar, que já FIZ brilhar... Mas te acalmes, não preocupes em vão essa cabecinha que eu tanto amo... Nem tudo o que é friável, tem como fim a inexistência, o esquecimento... Os caminhos se tornam apertados sem ti, a escuridão é cada dia maior sem teus olhos me guiando sim, mas o sentimento... Ah, o sentimento.... Aquele que só tu e eu fomos capazes de sentir! Esse jamais há de findar, porque meu corpo é teu e nossas almas uma só, lembra? "[...] Talvez esse seja a maior prova e mistério do amor, compreender que não há separação dos verdadeiros amantes, independentemente das condições físicas, de tempo ou distâncias, de vida ou morte.[..]" McGowan, Kathleen (2010, p.43)
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